Mostrando postagens com marcador sentimentos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador sentimentos. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, novembro 17, 2011

Quantos somos dentro de nós?



Quantos somos dentro de nós? Quantas eu sou, quantas eu fui?
Acordei com essa pergunta na cabeça. Algumas vezes sinto como se existissem umas dez pessoas diferentes dentro de mim. Todas elas nesse momento sentem-se perdidas em dúvidas, medos, vontades. Cada uma sabe de si e tão pouco das outras.
Será que somos mesmo essa confusão de ideias e pensamentos? Será que todos os dias nos deparamos com uma pessoa nova, cheia de manias e dúvidas? Será que amanhã serei outra, pensando e dizendo frases novas, por vezes sem sentido?
E as que fui ontem? Se foram? Estão guardadas em alguma gaveta escondida e trancada dentro do meu ser? Tenho chances de libertá-las? Será que devo?
Encontro dentro de mim algumas mulheres tão distintas e, porque não dizer, distantes.
As dores e sentimentos são diversos para cada uma delas.
É assustador se ver como dez, vinte, milhares de pessoas dentro de si mesmo.
E já é tão difícil se enxergar em uma só, viver uma só vida, ser uma só.

Seria mais simples não pensar.

Essa sou eu tentando calar a mente.


quinta-feira, abril 21, 2011

Por favor, uma emoção pequena, qualquer coisa...


Sabe aquele frio na barriga? Pois é, tá aqui ainda.
Umas vontades, algumas descobertas, o medo de perder as coisas boas, mas a sensação de que você não tem nada a perder mesmo e só a ganhar dando o pulo do gato.
Ou seja, tudo dentro da normalidade para as complicações femininas!
Eu estou tentando viver um dia de cada vez mas isso não é natural pra mim. Sempre fui de entrar de cabeça nas coisas, seja no trabalho, nas relações, no dia a dia e, claro, na vida. Mas também sei que isso não é bom, resolvo agora ter cautela e viver calmamente as situações no momento de cada uma delas.
Sem expectativas. Se é que isso é possível.


Fico olhando o mundo através da tela do computador. Vivendo vidas alheias e emoções que não são minhas. Os dias vão passando, passando e eu sei que preciso tomar uma atitude. Mas qual?
Quando isso me acontece escrevo para ver se esses pensamentos confusos e embaralhados tomam alguma forma e pra ver se de alguma forma consigo organizar as ideias.
Por enquanto tudo continua como antes ou seja muito igual e parado.

Movimento é a palavra da vez. Preciso disso.
De gás, de emoção, de vida.
Vai encarar? Então faça, urgentemente. Ou poderá ser tarde demais.

Li isso num livro outro dia e achei que cabe para o momento:

"A gente quer tanto ser substantivo que perde os adjetivos". Tião Rocha

E Tião completa: "Na sintaxe das relações pessoais, as frases precisam de preposições adequadas, conjunções encaixadas com zelo, verbos bem conjugados, adjetivos precisos."

Pode ter coisa mais verdadeira de se dizer?
Essa sou eu tentando entender as coisas que me acontecem...
Né?

"Socorro alguém me dê um coração, que esse já não bate nem apanha.
Por favor, uma emoção pequena, qualquer coisa.
Qualquer coisa que se sinta, tem tanto sentimentos deve ter algum que sirva."

Apreciem sem moderação...



É isso.
Share |
Related Posts with Thumbnails