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sexta-feira, outubro 21, 2011
Ela decide mudar de direção
Ela tem a tendência a se entregar demais em tudo o que faz ou sente e na maioria das vezes quebra a cara.
Já não bastasse as experiências anteriores para aprender que não deve confiar tanto no que as pessoas dizem ou fazem? Não, ela confia demais em todos e sempre acha que dessa vez pode ser diferente. Pronto, tá feito o estrago.
Mudança de planos? Um esforço da outra parte para que a coisa aconteça? Não, isso não faz parte do processo.
Uma amiga lhe disse que não pode viver a vida dos outros, deixar que sua felicidade dependa do que pensam, fazem ou querem. Mas quem a convence do contrário?
E lá está ela novamente caindo de cabeça no chão. Uma hora quebra o pescoço e nem assim vai aprender, aposto.
Mas ela decide que está na hora de mudar o rumo das coisas e que chegou o momento de olhar na direção oposta e seguir novos caminhos, respirar novos ares, arriscar um lance novo.
Até a próxima queda livre provavelmente.
Mas se não tentar como poderá saber?
E então ela diz: você não vai tentar? Não vai fazer diferente? Não quer arriscar?
Azar o seu!
A vida não espera.
E ela também não está disposta a esperar sua boa vontade.
Já cansou de promessas e de "um dia quem sabe".
Decide arriscar e ver no que vai dar.
O que vier é lucro.
quarta-feira, agosto 24, 2011
Dos gostos meus de cada dia.
Gosto de troca de olhares, de silêncios constrangedores, de desviar o olhar pra outro lado só pra disfarçar o rubor da face.
Gosto dos silêncios enormes entre um ou outro assunto sem importância, de falar do tempo pra puxar conversa, de arrumar o cabelo só pra fazer charme.
Gosto de meia luz, de penumbra. Gosto de frio, de arrepio, de sentir o vento.
Gosto de pausas longas, constrangedoras, intensas.
Gosto de conversar sobre os mais diversos assuntos. De falar da vida, dos astros, da chuva, do time de futebol, de música, de livros e autores preferidos.
Gosto de falar até não ter mais assunto. E então calar. Viver o momento, o silêncio, o segundo entre um suspiro e outro.
Quando as palavras faltam, mas não fazem falta; porque não é momento de falar e sim de sentir, experimentar, ousar, curtir, abraçar, viver.
Gosto de entrelinhas, de quando o celular toca em momentos inesperados, de "bom dias" por mensagens, de emails contando as novidades no meio daquele trabalho chato.
Eu gosto desses pequenos momentos que a vida nos brinda a todo instante. Basta estarmos atentos para vê-los e não deixar que passem despercebidos.
Os gostos meus de cada dia.
É isso.
quarta-feira, julho 27, 2011
O passado não me pertence mais...
Parei para reler textos antigos e percebi o quanto mudei de um ano pra cá.
Como é interessante descobrir o quanto podemos mudar em tão pouco tempo.
Vejo como a vida é rápida e como perdemos tempo com pequenas coisas, com bobagens.
O interessante é que no momento em que estão acontecendo parecem tão grandes, tão fortes. Passado um tempo você olha para aquelas situações e vê o quanto foram pequenas diante da grandiosidade da vida.
Não consegui me reconhecer naquelas palavras. É outra vida, tão distante do que eu sou agora.
Vez ou outra eu gosto de remexer nas coisas antigas justamente por isso, pra provar pra mim mesma o quanto eu mudei, o quanto eu cresci nesse período e também o quanto àquela situação não me pertence mais.
Sempre tenho boas impressões por que tudo o que vivemos faz parte da nossa história, mesmo que sejam coisas ruins. Pois nos faz crescer, amadurecer e encarar a vida de outra forma.
Hoje revi e revivi coisas, sentimentos, situações. Foi bom pra perceber o quanto estou melhor agora e para me mostrar que sim eu estava certa em mudar e querer ser melhor do que eu era. Espero um dia voltar a esse post e ver o quanto eu mudei do que eu sou agora.
Estou pronta para as próximas mudanças.
Essa sou eu vivendo um dia de cada vez.
Como é interessante descobrir o quanto podemos mudar em tão pouco tempo.
Vejo como a vida é rápida e como perdemos tempo com pequenas coisas, com bobagens.
O interessante é que no momento em que estão acontecendo parecem tão grandes, tão fortes. Passado um tempo você olha para aquelas situações e vê o quanto foram pequenas diante da grandiosidade da vida.
Não consegui me reconhecer naquelas palavras. É outra vida, tão distante do que eu sou agora.
Vez ou outra eu gosto de remexer nas coisas antigas justamente por isso, pra provar pra mim mesma o quanto eu mudei, o quanto eu cresci nesse período e também o quanto àquela situação não me pertence mais.
Sempre tenho boas impressões por que tudo o que vivemos faz parte da nossa história, mesmo que sejam coisas ruins. Pois nos faz crescer, amadurecer e encarar a vida de outra forma.
Hoje revi e revivi coisas, sentimentos, situações. Foi bom pra perceber o quanto estou melhor agora e para me mostrar que sim eu estava certa em mudar e querer ser melhor do que eu era. Espero um dia voltar a esse post e ver o quanto eu mudei do que eu sou agora.
Estou pronta para as próximas mudanças.
Essa sou eu vivendo um dia de cada vez.
quarta-feira, julho 20, 2011
A solidão como companheira.
Andam me fugindo as palavras. Passo por momentos de branco total, sem inspiração para escrever.
Acho que todo mundo tem um momento de recolhimento para seu mundo. E nesses momentos não dá vontade de abrir aos quatro ventos o que se está sentindo ou pensando.
Estou fechada em pensamentos.
Recolho-me para dentro de mim tentando me descobrir no meio dessa grande virada que aconteceu na minha vida no último mês.
A solidão é bem vinda e uma grande companheira. Preciso dela para colocar a cabeça em ordem.
Em dias assim sou péssima companhia, preciso de silêncio.
A felicidade de se reinventar a vida, se redescobrir como pessoa, como mulher.
Estou curtindo muito esse momento.
Vou lá viver um pouco, logo volto.
Acho que todo mundo tem um momento de recolhimento para seu mundo. E nesses momentos não dá vontade de abrir aos quatro ventos o que se está sentindo ou pensando.
Estou fechada em pensamentos.
Recolho-me para dentro de mim tentando me descobrir no meio dessa grande virada que aconteceu na minha vida no último mês.
A solidão é bem vinda e uma grande companheira. Preciso dela para colocar a cabeça em ordem.
Em dias assim sou péssima companhia, preciso de silêncio.
A felicidade de se reinventar a vida, se redescobrir como pessoa, como mulher.
Estou curtindo muito esse momento.
Vou lá viver um pouco, logo volto.
terça-feira, maio 17, 2011
As rasteiras da vida...
Uma notícia que recebi semana passada anda mexendo com minhas certezas. Alguém que eu amo muito está passando por um problema num momento em que deveria ser só alegria. Isso me fez pensar nas peças que a vida nos prega. Você está ali com tudo certo, as coisas no caminho, planos e muitas coisas boas e de repente... pum, a vida te dá uma rasteira. Devia ser proibido isso acontecer, devia ter um lugar onde você pudesse escolher o que passar e a hora disso ocorrer. Não tá certo. A vida é tão rápida e tão estranha ao mesmo tempo.
Não estou em meu melhor momento, tenho problemas, não sei como vou resolvê-los mas eu sei que vou. Eu tenho saúde pra arregaçar as mangas e correr atrás do prejuízo, seja ele qual for.
Mas e quando nos falta justamente a saúde pra correr atrás? E quando você se depara com uma rasteira da vida, dessas de nocautear? E daí? Como ter coragem pra seguir e enfrentar? Como conseguir continuar acreditando?
Desde semana passada não consigo pensar em outra coisa. Posso fazer muito pouco, sou tão limitada. Só posso dar minha mão, umas palavras de consolo e mandar vibrações. E só. Me sinto pequena diante de tudo isso. Queria ter poder pra mudar tudo isso e pra fazer ser diferente. Queria ter forças pra ajudar mais. Pra estar mais presente.
Eu acordo todo dia e penso: como? É possível fazer mais? Mas o que?
Essas perguntas não saem um minuto sequer da minha cabeça.
Tô tão cansada.
Eu torço pra que tudo se resolva, e que em breve a gente saiba que está realmente tudo bem.
Torço para que tudo não passe de um grande susto. Mando vibrações para que isso seja só um pesadelo.
Não estou em meu melhor momento, tenho problemas, não sei como vou resolvê-los mas eu sei que vou. Eu tenho saúde pra arregaçar as mangas e correr atrás do prejuízo, seja ele qual for.
Mas e quando nos falta justamente a saúde pra correr atrás? E quando você se depara com uma rasteira da vida, dessas de nocautear? E daí? Como ter coragem pra seguir e enfrentar? Como conseguir continuar acreditando?
Desde semana passada não consigo pensar em outra coisa. Posso fazer muito pouco, sou tão limitada. Só posso dar minha mão, umas palavras de consolo e mandar vibrações. E só. Me sinto pequena diante de tudo isso. Queria ter poder pra mudar tudo isso e pra fazer ser diferente. Queria ter forças pra ajudar mais. Pra estar mais presente.
Eu acordo todo dia e penso: como? É possível fazer mais? Mas o que?
Essas perguntas não saem um minuto sequer da minha cabeça.
Tô tão cansada.
Eu torço pra que tudo se resolva, e que em breve a gente saiba que está realmente tudo bem.
Torço para que tudo não passe de um grande susto. Mando vibrações para que isso seja só um pesadelo.
sábado, maio 14, 2011
Vivo só pra me arrepender...
Ah! As manias nossas de cada dia.
Sou cheia de manias.
Tenho uma caneca preferida, e não suporto que a usem.
Meu único vício é café preto e amargo.
Uma garrafa térmica toda manhã é o mínimo pra meu dia começar bem.
Gosto de vermelho e laranja.
Só durmo do lado esquerdo da cama.
Nem tente pegar meu travesseiro. Não tem coisa mais irritante do que alguém com meu travesseiro.
Não gosto de emprestar minhas coisas.
Meus livros são meu grande tesouro, se te emprestei algum sinta-se privilegiado, pois é raro.
E os livros do meu criado mudo estão em ordem, então não ouse tocar neles. Nunca.
Leio 3 ou 4 livros juntos. Preciso disso pra me concentrar.
Odeio que fiquem atrás de mim quando estou no computador.
Detesto começar a fazer comida com a pia cheia de louça suja.
Não gosto de cozinhar, mas se eu fui pra cozinha os temperos serão cortados milimetricamente.
Implico com quem aperta a pasta de dente pela metade.
Sou chata e perfeccionista. Mas também desorganizada e preguiçosa.
Detesto leite com todas as minhas forças. E também chuchu, palmito e cogumelo.
Sou urbana, mas também gosto do meio do mato.
Tenho compulsão por comprar livros. E compro mais do que consigo ler: tenho uma fila de espera gigante.
A propósito, comprei mais dois hoje.
Adoro sapatos. E nem sempre tenho roupa pra usá-los.
Quando gosto de um filme sou capaz de assisti-lo várias vezes sem enjoar.
O mesmo com música: Cismo com um cd e fico dias, semanas, meses ouvindo insistentemente.
Ando gostando de ficar sozinha. Muito.
E tenho cada vez menos paciência pra gente complicada.
Tenho muitas manias. Mas também sou simples. Às vezes.
sexta-feira, abril 29, 2011
Preciso cortar os cabelos...
Meu humor anda péssimo.
E com isso a falta de paciência para escrever aumenta, e muito.
Sabe aquela vontade de ficar quieta num canto? Pois é.
Silêncio é bom. Às vezes. Mas há dias que o silêncio corrói.
Você não sabe o que está havendo e o porque de tanto silêncio.
Os medos. Olha eles aí, novamente.
Quando você pensa que começa a entender um pouco o andar da carruagem, ela muda drasticamente de rumo. Essa é a vida, cada vez mais difícil de entender.
Pra piorar ando chorando com comercial de margarina. Pode?
Ridiculamente sensível.
E numa busca incansável pelo meu eu, que anda perdido dentro desses mil problemas e redemoinhos da vida, sinto necessidade de mudar. E então a pessoa corta os cabelos.
Essa sou eu tentando mudar.
Numa tentativa vã de escrever um post, sai isso.
Vou me recolher à minha insignificância e ao péssimo humor.
Sem mais para o momento.
E com isso a falta de paciência para escrever aumenta, e muito.
Sabe aquela vontade de ficar quieta num canto? Pois é.
Silêncio é bom. Às vezes. Mas há dias que o silêncio corrói.
Você não sabe o que está havendo e o porque de tanto silêncio.
Os medos. Olha eles aí, novamente.
Quando você pensa que começa a entender um pouco o andar da carruagem, ela muda drasticamente de rumo. Essa é a vida, cada vez mais difícil de entender.
Pra piorar ando chorando com comercial de margarina. Pode?
Ridiculamente sensível.
E numa busca incansável pelo meu eu, que anda perdido dentro desses mil problemas e redemoinhos da vida, sinto necessidade de mudar. E então a pessoa corta os cabelos.
Essa sou eu tentando mudar.
Numa tentativa vã de escrever um post, sai isso.
Vou me recolher à minha insignificância e ao péssimo humor.
Sem mais para o momento.
segunda-feira, abril 25, 2011
A pequena parte da vida...
Ando com preguiça de escrever. Uma preguiça gigante.
Muitas coisas pra falar, mas não ando afim de externá-las.
Os dias vão passando e me surpreendendo.
Dias inusitados, tardes improváveis, momentos únicos.
Como disse no post anterior: movimento é a palavra da vez.
Um movimento delicado, rumo a lugar nenhum. E daí?
O importante é não ficar parado.
Se a vida vai me levar a algum lugar bacana eu não sei. Mas vou mesmo assim.
No momento estou à procura de deliciosas aventuras rumo ao desconhecido.
Li isso hoje e achei perfeito:
"Pequena é a parte da vida que vivemos. Pois todo o resto não é vida, mas somente tempo." Sêneca
Então acho que é hora de eu viver essa pequena parte de vida que eu tenho para viver, né não?
E como diz a música:
"Vou deixar a vida me levar
Pra onde ela quiser
Seguir a direção
De uma estrela qualquer...
Não quero hora pra voltar
Não!
Conheço bem a solidão
Me solta!
E deixa a sorte me buscar..."
Apreciem sem moderação...
É isso.
quinta-feira, abril 21, 2011
Por favor, uma emoção pequena, qualquer coisa...
Sabe aquele frio na barriga? Pois é, tá aqui ainda.
Umas vontades, algumas descobertas, o medo de perder as coisas boas, mas a sensação de que você não tem nada a perder mesmo e só a ganhar dando o pulo do gato.
Ou seja, tudo dentro da normalidade para as complicações femininas!
Eu estou tentando viver um dia de cada vez mas isso não é natural pra mim. Sempre fui de entrar de cabeça nas coisas, seja no trabalho, nas relações, no dia a dia e, claro, na vida. Mas também sei que isso não é bom, resolvo agora ter cautela e viver calmamente as situações no momento de cada uma delas.
Sem expectativas. Se é que isso é possível.
Fico olhando o mundo através da tela do computador. Vivendo vidas alheias e emoções que não são minhas. Os dias vão passando, passando e eu sei que preciso tomar uma atitude. Mas qual?
Quando isso me acontece escrevo para ver se esses pensamentos confusos e embaralhados tomam alguma forma e pra ver se de alguma forma consigo organizar as ideias.
Por enquanto tudo continua como antes ou seja muito igual e parado.
Movimento é a palavra da vez. Preciso disso.
De gás, de emoção, de vida.
Vai encarar? Então faça, urgentemente. Ou poderá ser tarde demais.
Li isso num livro outro dia e achei que cabe para o momento:
"A gente quer tanto ser substantivo que perde os adjetivos". Tião Rocha
E Tião completa: "Na sintaxe das relações pessoais, as frases precisam de preposições adequadas, conjunções encaixadas com zelo, verbos bem conjugados, adjetivos precisos."
Pode ter coisa mais verdadeira de se dizer?
Essa sou eu tentando entender as coisas que me acontecem...
Né?
"Socorro alguém me dê um coração, que esse já não bate nem apanha.
Por favor, uma emoção pequena, qualquer coisa.
Qualquer coisa que se sinta, tem tanto sentimentos deve ter algum que sirva."
Apreciem sem moderação...
É isso.
sábado, abril 16, 2011
a vontade doida de arriscar...
Parei por alguns segundos diante da tela em branco pensando no que eu gostaria de escrever nesse momento. Muitas coisas me passaram pela cabeça, mas desisto de colocá-las pra fora assim que surgem na mente.
Um pouco por medo de dar a cara a tapa e cair do cavalo outro tanto por realmente não saber como externá-las.
Ando sentindo e vivendo mil coisas e às vezes me assusto. Quase sempre, na verdade.
Ao mesmo tempo que é bom viver e sentir coisas novas, também bate o medo do desconhecido, do que ainda está por vir. Ou talvez do que não virá. A gente não tem como prever o que a vida nos reserva. E isso me assusta.
Tenho me jogado na vida de coração aberto um pouco mais do que fazia normalmente. Tenho arriscado, tenho tentado arriscar pelo menos. Mas ainda reluto com algumas situações. Acho que cautela sempre é bom, em todos os sentidos.
Posso confessar? Ainda tenho medo.
Não estou pronta pra cair e me machucar.
Mas eu vou arriscar.
"O que limita as pessoas é elas não terem coragem ou imaginação para estrelarem seus próprios filmes."
Acho que estou precisando aprender a ser a estrela principal do meu filme e não uma mera coadjuvante.
Será que consigo?
"Haverá paradeiro para o nosso desejo dentro ou fora de nós"...
Apreciem sem moderação.
quinta-feira, abril 07, 2011
Ela odeia frases feitas.
Ela lê sobre as coisas da vida tentando entender como viver.
Ela ouve as músicas simples tentando aprender a ser simples.
Ela busca por sintonia e se perde no meio da vida.
É normal, todos passam por isso, vai passar, tem dias que a vida é complicada, no final tudo dá certo, a esperança é a última a morrer. Ela odeia frases feitas.
E no meio de tantas coisas chatas abre-se um lindo sol lá fora mostrando que a vida segue rumo ao desconhecido.
E algumas borboletas teimam em passear em seu estômago como se anunciassem que coisas boas ainda virão.
Ela recebe o bom dia mais doce que poderia existir.
"Você me faz cosquinhas de manhã"...
Ela ouve as músicas simples tentando aprender a ser simples.
Ela busca por sintonia e se perde no meio da vida.
É normal, todos passam por isso, vai passar, tem dias que a vida é complicada, no final tudo dá certo, a esperança é a última a morrer. Ela odeia frases feitas.
E no meio de tantas coisas chatas abre-se um lindo sol lá fora mostrando que a vida segue rumo ao desconhecido.
E algumas borboletas teimam em passear em seu estômago como se anunciassem que coisas boas ainda virão.
Ela recebe o bom dia mais doce que poderia existir.
"Você me faz cosquinhas de manhã"...
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